Como destaca o CEO da André Guimarães Engenharia e Infraestrutura, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a sinergia entre automação e construção industrial redefine o patamar de competitividade das fábricas brasileiras.
Atualmente, projetar uma planta produtiva exige uma visão que integre a infraestrutura física aos sistemas digitais desde a primeira estaca cravada no solo. Continue a leitura para compreender como a engenharia moderna viabiliza a transição para unidades fabris inteligentes e resilientes.
Como a metodologia BIM pode prevenir retrabalhos onerosos na implementação de sistemas automatizados?
A evolução do setor produtivo depende de uma base construtiva que suporte o tráfego de dados e a instalação de maquinários pesados altamente sensíveis. De acordo com o ex-presidente da OAS Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a infraestrutura elétrica e de dados precisa ser projetada com folga estratégica para permitir futuras expansões tecnológicas sem a necessidade de novas intervenções civis.
O uso de pisos de alta planicidade e nivelamento rigoroso é essencial para o tráfego de AGVs, os veículos guiados automaticamente, que otimizam a logística interna. Sem uma engenharia de precisão na fase de construção, a implementação posterior de sistemas automatizados pode sofrer gargalos físicos que limitam a produtividade da planta. Além disso, a integração da metodologia BIM no ciclo de vida das edificações industriais permite que os gestores visualizem a operação completa antes mesmo da inauguração.
Como a automação e construção industrial otimizam o custo operacional?
A economia gerada pela automação começa na redução do desperdício de insumos e na otimização do consumo de energia por meio de sistemas de gestão predial. Conforme destaca o CEO da André Guimarães Engenharia e Infraestrutura, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a instalação de sensores de presença e controle térmico inteligente diminui significativamente os gastos fixos com utilidades.

Além disso, plantas industriais modernas utilizam a automação para monitorar a saúde dos ativos estruturais, permitindo uma manutenção preditiva que evita paradas inesperadas na linha de produção. A engenharia foca na criação de ecossistemas em que o prédio e a máquina conversam entre si, maximizando o aproveitamento de cada metro quadrado construído.
Quais as principais vantagens da automação e construção industrial inteligente?
A adoção de uma planta industrial inteligente passa, прежде de tudo, por uma visão estratégica que prioriza flexibilidade, conectividade e capacidade de adaptação ao futuro. Segundo Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, projetos modulares e expansíveis permitem que o empreendimento evolua sem a necessidade de intervenções estruturais complexas, reduzindo custos e acelerando a incorporação de novas tecnologias.
Essa abordagem posiciona a operação em um nível mais competitivo, capaz de responder rapidamente às demandas da cadeia global. Dessa forma, para sustentar essa transformação, o planejamento técnico deve antecipar a infraestrutura necessária à digitalização, como redes de dados robustas, áreas dedicadas a controle e sistemas de monitoramento em tempo real.
Tecnologia na construção transforma complexos industriais em modelos de eficiência e segurança
O futuro da indústria brasileira está intrinsecamente ligado à capacidade de unir a solidez da construção civil com a agilidade da inteligência artificial. Como resume o CEO da André Guimarães Engenharia e Infraestrutura, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a automação não é mais um luxo, mas uma necessidade de sobrevivência em um mercado globalizado.
Ao investirmos em infraestruturas inteligentes, garantimos que nossas plantas produtivas operem com o menor impacto ambiental e a maior rentabilidade possível. O compromisso com a tecnologia na construção é o que permite transformar grandes complexos industriais em exemplos de eficiência, segurança e progresso econômico para as próximas gerações.
Autor: Diego Rodríguez Velázquez
